Jornal O POVO
6 de Outubro 2007
Radares estáticos serão usados em FortalezaOutra novidade será a utilização de dois radares estáticos na fiscalização do excesso de velocidade. Flávio Patrício explica que a medida está amparada na Resolução 214, do Contran, e será utilizada por causa da necessidade de mais equipamentos de fiscalização eletrônica nas ruas de Fortaleza. Segundo ele, os atuais equipamentos de fiscalização eletrônica de velocidade não atendem a demanda da população.
Flávio Patrício afirmou que os radares estáticos serão colocados em vias previamente sinalizadas verticalmente (placas). Os locais onde estes equipamentos serão instalados, disse, serão divulgados na imprensa a cada 15 dias, podendo haver alteração conforme a necessidade. O objetivo é reduzir acidentes.
Flávio Patrício se prende aos números para defender os radares estáticos. Segundo ele, com a volta da fiscalização eletrônica em Fortaleza, em julho de 2006, a AMC já verifica redução na quantidade de óbitos por acidentes de trânsito. No primeiro semestre de 2007, foram contabilizadas 158 mortes, sendo 15,5% a menos que no mesmo período do ano passado. O número de acidentes, ainda conforme a AMC, diminuiu cerca de 3%.
Há quem aprove e discorde das medidas que serão implementadas. "Sou contra. Está chegando o ano eleitoral, eles querem é faturar dinheiro extra para utilizar nas campanhas", disse o taxista Marcos Vinícios Façanha, 51. "Eu concordo, pois evitará aumento no número dos acidentes. No caso do uso do cinto de segurança, evita um trauma maior", afirmou o corretor de imóveis Aurélio Mendes.
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Em nome da solidariedade luso-brasileira proponho que se mandem os 21 radares de Lisboa para Fortaleza. Se em Lisboa morrem 22 pessoas por ano e em Fortaleza morrem 158 pessoas por semestre parece-me não haver dúvidas sobre o local com a melhor utilização dos equipamentos.
Bem me parecia que os nossos fundamentalistas estavam equivocados sobre a latitude em que vivemos.
domingo, 7 de outubro de 2007
E mandar os radares para Fortaleza ?
Publicada por
F. Penim Redondo
às
08:42
Etiquetas: - Jornal O POVO, Brasil, Experiências comparadas, Internacional
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